Saudado como uma das mais expressivas revelações vocais da música brasileira, o cantor paulistano Carlos Navas tem 9 cd´s e 1 dvd lançados e vem, há vários anos, impressionando a crítica e conquistando um público cada vez maior através de uma voz personalíssima, de grande afinação e extensão incomum. Há cerca de dez anos, o artista vem desenvolvendo esse workshop que estimula nas pessoas a percepção e consciência vocal própria e intuitiva, com embasamentos técnicos essenciais, como a respiração diafragmática, a ressonância, a inspiração e expiração nasais, coordenação pneumofônica, prática de alongamento e aquecimento, oralização do som, entre outros. A energia vital flui muito mais naturalmente ao final deste processo. Trata-se da saúde da voz e da comunicação. Carlos Navas estudou com a cantora Alzira Espíndola e fez canto lírico com Claudia Mocchi, renomada diva lírica que foi estrela do Scala de Milão e mestra de nomes respeitados como Cássia Eller, Virginia Rosa, Suzana Salles e Ná Ozzetti. Seu tratamento fonoaudiológico foi supervisionado pela Dra. Beatriz Burim.



“Cantar é, primordialmente, se expressar através da voz. Cantamos por que acreditamos ter algo a dizer. Como dizer isso, vivenciando a ‘força do recado’ é um processo pessoal de descoberta e partilha. Parte essencialmente da alma. Nossa voz é nossa digital. Ela nos diferencia um dos outros, nos aproximando. É claro que existem semelhanças e familiaridades de timbres e que é necessário um suporte técnico que priorize afinação, dicção, respiração, sustentação do som, relaxamento do diafragma e etc, mas sem este mergulho interior, nada acontece. A técnica é parceira da emoção, mas, acima de tudo, de uma personalidade que precisa ser sentida, assumida, vivenciada e amadurecida”.
Carlos Navas é um intérprete com 20 anos de estrada, tempo durante o qual lançou dez elogiados álbuns solos e um dvd, que registra sua passagem pelo antológico programa televisivo “Ensaio”, criado e dirigido por Fernando Faro, na TV Cultura. Dono de um timbre singular, com grande extensão, vem trilhando um caminho
diferenciado e versátil, que lhe permite transitar por vários segmentos musicais sem se distanciar desta digital tão valorizada e reconhecida. Nesta oficina, vivencia se o suporte técnico necessário tanto para uma emissão vocal saudável como também para a saúde deste processo de comunicação. Sem impor parâmetros, ele estimula cada participante a perceber em sua voz e interpretação o que há de mais expressivo e, principalmente, pessoal. É a partir desta “pessoalidade” que nasce a interpretação. “A partir daí, cada intérprete tem a sua própria batalha para levá la ao conhecimento de uma platéia que a identifique e permita a sua sobrevivência artística”, acredita.
Num primeiro encontro, os participantes se sentam confortavelmente no chão, praticam alongamento, consciência corporal, várias possibilidades de respiração (sempre diafragmáticas) e se familiarizam não apenas com o som, mas também com seu próprio silêncio. “A pausa tem uma importância incrível na música. O ruído assumiu proporções absurdas no cotidiano humano e artístico atual. Não se ouve o que outro está dizendo. Não se ouve o instrumento, a harmonia, a letra. Não se percebe muito além do ruído”, diz o artista. Partindo da ressonância do próprio corpo, uma emissão saudável, onde a voz jamais permanece na garganta, mas sim no rosto ou no peito, é estimulada. “Este primeiro módulo é um reconhecimento físico, energético e emocional de cada oficinado. Sua voz já existe e sua digital também. Ele (a) precisa apenas (re) conhecê la e vivenciá la mais, com amor profundo”. Num segundo momento, depois de novo aquecimento, exercícios de integração vocal são feitos com ajuda de um piano e também com bases pré gravadas com sons indígenas e também alados (pássaros). Dois a dois, ou três a três, os timbres vocais se entrelaçam. “Além de favorecer a integração do grupo, esta vivência deixa claro que não há nenhum problema em ser tímido para ser um bom intérprete. A questão é saber como lidar com a timidez, para que não se torne uma limitação e sim uma característica”. Termina se este módulo com uma improvisação ou canção a capella, com a participação de todos os oficinados.
No terceiro encontro, cada participante pode cantar, se quiser. É importante levar uma partitura/cifra com a canção escolhida, já escrita em sua tonalidade, mas entendendo que isso pode ser revisto e que pode se cantar a capella (sem acompanhamento). Duetos e tríades podem acontecer. Contracantos, arranjos e improvisos também, mas dentro de uma logística clara. “Aproximo oficinados com tessitura próxima ou completamente opostas. Contrastes são necessários. É necessário desarmar se para que haja prazer em cantar com o outro. O envolvimento é completamente emocional e a única condição é que quem vai cantar esteja gostando do que está fazendo e ouvindo”. Aqui, a ênfase é a intenção da interpretação. Mas é apenas um “start reflexivo” o que Carlos Navas promove. “Seria pretensioso e arrogante eu impor uma forma ou um modelo de interpretação a alguém. É essencial diferenciar influência de inspiração. O livre arbítrio também se faz presente no canto. Somos resultado do que ouvimos, de que e de quem veio antes. Infelizmente, na maioria dos meios de comunicação de massa, os espaços para uma música mais sensível e elaborada são poucos, mas existem. O excesso de melismas gratuitos nas interpretações vocais, as famosas firulas, raramente têm uma razão para estar ali. O meu caminho como intérprete tem sido do ‘menos é mais’ e partilho esta escolha com quem me ouve, mas a escolha é de cada um e isso precisa ser estimulado e respeitado. Conhecendo sua própria digital vocal e percebendo que os caminhos são múltiplos e não apenas aqueles ditados pelo mainstream midiático, o intérprete se sente muito mais a vontade para conhecer e exercer sua personalidade”, finaliza.
Saudado como um dos mais expressivos intérpretes da música brasileira contemporânea, o paulistano Carlos Navas tem dez discos lançados e elogiados e vem, há mais de vinte anos, impressionando a crítica e conquistando um público cada vez maior através de uma voz personalíssima, de grande afinação e extensão incomum. Há dez anos, o artista vem desenvolvendo um trabalho de percepção vocal, que estimula nas pessoas a comunicação e consciência vocal própria e intuitiva, com embasamentos técnicos essenciais, como a respiração diafragmática, a ressonância, a inspiração e expiração nasais, coordenação pneumofônica, prática de alongamento e aquecimento, oralização do som, consciência corporal e postural, entre outros. A energia vital flui muito mais naturalmente ao final deste processo. O objetivo é a melhoria da saúde da voz e da comunicação.
O trabalho de coaching foi uma demanda que surgiu naturalmente em contatos, shows, oficinas e cursos ministrados. A grande diferença do que Carlos propõe é que ele parte do indivíduo e não de técnicas generalizadas. “É fundamental entender quem é o emissor do som, da informação e do recado, respeitando sua personalidade, talentos e limitações, além de evidenciar o que ele quer dizer”. Não existe padrão. Existe estímulo à compreensão de uma forma clara e sincera de transmitir o recado. A voz é parte fundamental da expressão, da comunicação e da linguagem corporal. Compreendê la como elemento essencial , aliada ao conhecimento do que ser quer transmitir, traz ao indivíduo auto confiança, segurança, conforto e bem estar. Profissionais das mais diversas áreas o tem procurado: professores, advogados, apresentadores, atores, cantores, escritores, palestrantes, executivos . O resultado tem sido bastante interessante. Os encontros periódicos acontecem individualmente de acordo com a demanda e as possibilidades de cada um e o trabalho finda quando ambos estiverem satisfeitos, podendo ser retomado em comum acordo.
O intérprete tem dez discos solo. Em seu repertório, reúne autores contemporâneos expressivos como Alzira E, Itamar Assumpção, José Miguel Wisnik, Marina Lima e Vitor Ramil. Lançou álbuns temáticos dedicados a Mario Reis e Custódio Mesquita e também dois cd´s infantis: “Algumas Canções da Arca... “(2004) e ”Canções de Faz de Conta” (2007), onde interpreta, respectivamente, Vinicius de Moraes e Chico Buarque para crianças. Em 2013, chegou ao mercado o DVD ENSAIO, que registra sua passagem pelo programa homônimo, dirigido por Fernando Faro. O acústico “Crimes de Amor” (2015) é seu décimo álbum e vem merecendo elogios unânimes da crítica. Ele vem se aprimorando tecnicamente há cerca de quinze anos. Para isso, estudou com a cantora Alzira Espíndola e fez canto lírico com Claudia Mocchi. Seu tratamento fonoaudiológico foi supervisionado pela Dra. Beatriz Burim. Em 2015, ministrou curso de intepretação para cantores na Oficina de Música de Curitiba



Trabalha se basicamente com conversas, leitura, discussão, compreensão de textos dos mais variados, exposições, diálogos e monólogos. Utiliza se, como abordado acima, o estímulo musical e um trabalho de consciência corporal intenso. Não há certo ou errado. Existe sim aquilo que soa mais sincero, verdadeiro e pleno a quem estiver sendo orientado.
O roteiro é todo dançante , interativo e linkado à memória musical. Sambas, maxixes e marchinhas, parte do repertório que Navas registrou no elogiado álbum “Quando o Samba Acabou” – Dedicado a Mario Reis (2007) s
MAIS DETALHES
Neste espetáculo refinado, elegante e conciso, o intérprete paulistano Carlos Navas reverencia a obra de Cole Porter acompanhado por piano apresentando uma releitura bastante suave e pessoal de canções mais ou me
MAIS DETALHES
A intervenção Musical Era Disco é um projeto especial do versátil intérprete Carlos Navas. Embora associado à MPB, à memória musical e às canções infantis, o artista é um grande fã de disco music e , eventualment
MAIS DETALHESSarau Lítero Musical com trechos de obra do autor e canções que dialogam com a sua criação.
MAIS DETALHES
CARLOS NAVAS & BANDA
Sugestão de Espetáculo Dançante para Terceira Idade
“A ERA DE OURO DO RÁDIO”

Sobre o artista:
O intérprete paulistano tem dez discos solo elogiados. Em seu repertório, reúne autores contemporâneos expressivos como Alzira E, Itamar Assumpção, José Miguel Wisnik, Marina Lima e Vitor Ramil. Em seus mais de 20 anos de carreira, lançou álbuns temáticos dedicados a Mario Reis e Custódio Mesquita e também dois cd´s infantis: “Algumas Canções da Arca... “(2004) e ”Canções de Faz de Conta” (2007), onde interpreta, respectivamente, Vinicius de Moraes e Chico Buarque para crianças. Em 2013, chegou ao mercado o DVD ENSAIO, que registra sua passagem pelo programa homônimo, dirigido por Fernando Faro. Neste mesmo ano, idealizou e produziu o concerto e álbum “Nazareth Revisitado”, para o pianista João Carlos Assis Brasil, do qual participa , ao lado de Alaíde Costa. O acústico “Crimes de Amor” (2015) é seu décimo álbum e mereceu elogios unânimes da crítica, ganhando uma nova tiragem física em 2017. Em 2016, lançou seu primeiro single digital com a releitura em voz e piano de “O Chamado”, hit de Marina Lima dos anos 1990. No ano seguinte, foi convidado pelo músico Guga Stroeter para ser a voz do espetáculo em homenagem aos 30 anos do quinteto de jazz Nouvelle Cuisine.
SOBRE ESTA APRESENTAÇÃO
Formação : Voz e Quarteto (violão, baixo, percussão e bateria)

O roteiro é todo dançante , interativo e linkado à memória musical. Sambas, maxixes e marchinhas, parte do repertório que Navas registrou no elogiado álbum “Quando o Samba Acabou” – Dedicado a Mario Reis (2007) são pontos altos. Outras estão no roteiro de um show que há anos mostra Brasil afora, chamado “A Fina Flor do Samba”. Foxes, boleros (em espanhol), algumas canções de Luiz Gonzaga e hits de Jorge Benjor e Tim Maia garantem empatia imediata e cumplicidade.

ROTEIRO
1.NADA ALÉM (Custódio Mesquita/Mario Lago)
2.PERFIDIA (Alberto Dominguez)
3. BESAME MUCHO (Consuelo Vasquez)
4. SABOR A MI (Alvaro Carrillo)
5.QUIZAS, QUIZAS, QUIZAS (Oswaldo Ferrer)
6.LA BARCA (Roberto Cantoral)
7. SOLAMENTE UMA VEZ (Augustin Lara)
8. FRENESI (Alberto Dominguez Borraz)
9. GOSTO QUE ME ENROSCO (Sinhô)
10. SE VOCÊ JURAR (F. Alves/ I. Silva/N. Bastos)
11. DORINHA MEU AMOR (J. F. Freitas)
12. GAVIÃO CALÇUDO ( Pixinguinha )
13. JURA (Sinhô)
14. ALGUÉM ME AVISOU/SONHO MEU ( Da. Ivone Lara/Delcio Carvalho)
15. NA LINHA DO MAR (Paulinho da Viola )
16. CONTO DE AREIA (Romildo/Toninho)
17. TIRO AO ÁLVARO (Adoniran Barbosa)
18. A VIZINHA DO LADO (Dorival Caymmi)
19. A FELICIDADE (Jobim/Vinicius)
20. AFROSAMBAS (Baden Powell/V. Moraes)
21. SABIÁ (Luiz Gonzaga/Zé Dantas)
22. TEM POUCA DIFERENÇA (Durval Vieira)
23. XOTE DAS MENINAS (L. Gonzaga/ Zé Dantas)
24. MEDLEY: VESTI AZUL /MEU LIMÃO, MEU LIMOEIRO (Nonato Buzar/ J. Carlos Burle)
25. MEDLEY: CHOVE CHUVA/ MAS QUE NADA (Jorge Benjor)
Obs: Repertório sujeito a alterações
Vídeos – SEGUE O BAILE – SESC POMPÉIA – 16.10.2019
FRENESI
https://www.youtube.com/watch?v=Ubm8M_iAwTA
JURA
https://www.youtube.com/watch?v=CAMMFewXlM4
OUTROS VIDEOS
JURA – Sr Brasil (2015)
https://www.youtube.com/watch?v=zDh0_h4sDW4&list=PLhxVWdt10R3K25zee9YDvn6tqG1Cc6LGn
AFROSAMBAS – Ao vivo em Cataguazes (MG)
http://www.youtube.com/watch?v=NwgpefDFW0Y
SEQUESTRARAM MINHA SOGRA – Ao vivo em São Paulo
http://www.youtube.com/watch?v=qf1vqecRRIw
SE VOCÊ JURAR – Ao vivo em Brasilia (2016)
https://www.youtube.com/watch?v=TGOjbuKqya0
CLIP – NADA ALÉM
https://www.youtube.com/watch?v=OkhIqN6Vw-I
NADA ALÉM – ao vivo no Aud. Ibirapuera
https://www.youtube.com/watch?v=gVF3oQb5VxY
DORINHA MEU AMOR – ao vivo no Sesc Pompéia
https://www.youtube.com/watch?v=2YXcIycCI-o
Contato:
Ricardo Henrique: 11 9 9196 4836 - assessoria@carlosnavas.com.br
Site Oficial: www.carlosnavas.com.br
Neste espetáculo refinado, elegante e conciso, o intérprete paulistano Carlos Navas reverencia a obra de Cole Porter acompanhado por piano apresentando uma releitura bastante suave e pessoal de canções mais ou menos conhecidas do lendário autor. Vale frisar que Carlos realizou em 2012 o espetáculo “Wilde Meets Porter”, em duo com ator Ando Camargo, que mesclava textos de Oscar Wilde e canções de Porter, sob direção de Cassio Scapin, com grande sucesso.
Conhecido por uma versatilidade que lhe permite transitar por vários segmentos musicais, o intérprete paulistano Carlos Navas está lançando uma nova tiragem de seu décimo álbum, “Crimes de Amor”, extremamente bem recebido pela crítica, onde apresenta um repertório contemporâneo em arranjos completamente acústicos, calcados em sonoridades e timbres de violões e contrabaixos. Uma reflexão pessoal do artista sobre a passionalidade e a impulsividade dos sentimentos, das relações humanas e, claro, sobre o amor. São canções inéditas, como: “Quanto tempo o tempo tem” (Anelis Assumpção/ Jerry Espíndola/Alzira E), “O Espantalho” (Claudio Nucci/Paulinho Tapajós), “Transeunte Marginal” (Lucina/Etel Frota) e “Esse nosso amor” (Filó Machado/Pedro Marcio Agi), esta com a participação de Filó ao violão, arranjo e vocalises e de seu neto, Felipe Machado, de apenas 12 anos, no segundo violão. Outras são “quase inéditas”, pois já foram gravadas anteriormente, caso de “Sem Destino” (Luiz Tatit), “Palavras de Vento” (Alzira E / Tiago Torres da Silva), “Avesso” (Marco Vilane), “Amor Irracional” (Rodrigo Leão), “Nadando no Seco“ (Tunai/Sergio Natureza) e “Óbvio” (Fátima Guedes), em dueto com Jane Duboc. Uma releitura de “Retirantes” (Dorival Caymmi/Jorge Amado), tema da novela “Escrava Isaura” nos anos 1970, foi gravada com violas caipiras em arranjo e execução de Dino Barioni, um dos instrumentistas convidados, ao lado de Swami Jr, Mario Manga, Evandro Gracelli e Eric Budney. Fazem parte do álbum duas bônus tracks que diferem do conceito sonoro do álbum. “Ícaro” (Fred Martins/ Marcelo Diniz) fez parte do terceiro cd do artista, “Tanto Silêncio” (Movieplay/2003), atualmente fora de catálogo. O áudio aqui incluído foi extraído do DVD “Ensaio” (2013), que registrou a passagem do artista pelo programa televisivo homônimo, criado e dirigido por Fernando Faro. “Isso não vai ficar Assim” (Itamar Assumpção) tinha sido gravada no cd “Tecido” (Lua Music/2010), seu oitavo álbum, em dueto com a diva disco Lady Zu. A novidade é que a canção ressurge num remix criado pelo DJ espanhol Quique, que vem embalando as pistas européias. Concebido e produzido pelo próprio Carlos, “Crimes de Amor” é um lançamento independente, distribuído pela Tratore, que também pode ser adquirido diretamente pelo site oficial do artista: www.carlosnavas.com.br.
O espetáculo também inclui canções marcantes de sua discografia, como “Voo de Coração” (Ritchie/Bernardo Vilhena), “Deus Conserve pra sempre meu bom senso temperado a pitadas de Loucura” (Edu Krieger) e “Acontecimentos” (Marina Lima/ Antonio Cícero).
No site oficial www.carlosnavas.com.br, clicando sobre a capa do álbum, ele pode ser ouvido na integra, mas há também o link do soundcloud.: https://soundcloud.com/carlosnavas
Formação do Show: Cantor e 2 músicos
Voz, violões (nylon e aço) e contrabaixo (acústico e elétrico)
O cantor paulistano tem dez discos solo elogiados, como o infantil "Algumas Canções da Arca...", em que faz releituras das canções que Vinicius de Moraes dedicou às crianças. Em seu repertório, reúne ainda autores contemporâneos expressivos como Alzira Espíndola, Itamar Assumpção, José Miguel Wisnik, Marina Lima e Vitor Ramil. Em seus quinze anos de carreira, vem dividindo o palco com estrelas do porte de Alaíde Costa, Sandra de Sá, Clarisse Abujamra e Tetê Espíndola. Em 2010, lançou o CD "Tecido" e acaba de chegar ao mercado o novo álbum: ”Junte tudo que é Seu...” - Canções de Custódio Mesquita em Voz e Piano.
A intervenção Musical Era Disco é um projeto especial do versátil intérprete Carlos Navas. Embora associado à MPB, à memória musical e às canções infantis, o artista é um grande fã de disco music e , eventualmente, abordava o repertório em algumas apresentações e eventos corporativos. Recentemente, abrilhantou a edição “Sesc na Virada Cultural”, no Hall do Cinesesc, em 18 de Maio de 2019, onde foram feitos os registros em vídeo aqui contidos. Acompanhado por Serginho Souza (Baixo), Laffayeth Persaud (guitarra) e Felipe Kasteckas (bateria), apresenta clássicos da Era Disco como “Hot Stuff” e “Bad Girls” (lançados por Donna Summer), “I Love the Nightlife” (Alicia Bridges), “Zodiac” (Roberta Kelly), “Stayin Alive” (Bee Gees), “Never Can Say Goodbye” (Gloria Gaynor) , “Dancing Queen” e “The Name of The Game” (Abba), e “It ´s Raining Men” (The Weather Girls).
Carlos Navas
O intérprete paulistano tem dez discos solo elogiados. Em seu repertório, reúne autores contemporâneos expressivos como Alzira Espíndola, Itamar Assumpção, José Miguel Wisnik, Marina Lima e Vitor Ramil. Em vinte e três anos de carreira, lançou álbuns temáticos dedicados a Mario Reis e Custódio Mesquita e também dois cd´s infantis: “Algumas Canções da Arca... “(2004) e ”Canções de Faz de Conta” (2007), onde interpreta, respectivamente, Vinicius de Moraes e Chico Buarque para crianças. Em 2013, chegou ao mercado o DVD ENSAIO, que registra sua passagem pelo programa homônimo, dirigido por Fernando Faro. O acústico “Crimes de Amor” (2015/2017) é seu décimo álbum e mereceu elogios unânimes da crítica. Em 2016, regrava em voz e piano “O Chamado”, hit de Marina Lima (em parceria com Giovanni Bizzotto), que se torna seu primeiro single exclusivamente digital. É convidado pelo músico Guga Stroeter no ano seguinte para ser a voz do espetáculo em Tributo aos 30 anos do quinteto de Jazz Nouvelle Cuisine.
Site Oficial: www.carlosnavas.com.br
Contato: 11 9 9196 4836
assessoria@carlosnavas.com.br
Links Vídeos – “Intervenção Musical Era Disco”
Carlos Navas
Trechos e Edições
STAYIN ALIVE
https://www.youtube.com/watch?v=CwxxiFLryvk
ZODIAC
https://www.youtube.com/watch?v=plilqcpzETU
NEVER CAN SAY GOOD BYE/ HOT STUFF
https://www.youtube.com/watch?v=f4CrrNIABGM
IT´S RAINING MEN
https://www.youtube.com/watch?v=F6X9O30SluI
HOT STUFF
https://www.youtube.com/watch?v=0cl-0wJYisQ
Registros Caseiros na Íntegra
BAD GIRLS
https://www.youtube.com/watch?v=LPoKIo5Aahg
NEVER CAN SAY GOODBYE
https://www.youtube.com/watch?v=2PEOUxbhbYI
ZODIAC
https://www.youtube.com/watch?v=x0hWzeepm4Y
STAYIN ALIVE (trecho)
https://www.youtube.com/watch?v=J_OufnY_tss
STAYIN ALIVE (Ensaio)
https://www.youtube.com/watch?v=uNGkJX-XIKQ
Imprensa
https://vejasp.abril.com.br/blog/miguel-barbieri/virada-cultural-cinesesc-tera-filmes-cults-com-entrada-gratis/?fbclid=IwAR1O7zMS21OV5cmlMq6t3qqYo9nqgFrQNyJJQfAT1CYImh5ThqnHKFcY54I
https://agitosp.com.br/cinesesc-divulga-programacao-de-filmes-e-intervencoes-musicais-na-virada-cultural-2019/
https://guia.folha.uol.com.br/cinema/2019/05/cinesesc-faz-virada-disco-na-madrugada-com-boogie-nights-e-os-embalos-de-sabado-a-noite.shtml?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=compfb&fbclid=IwAR3vHYhcGFDQjL_g0DVvGjTa47OBL78m0M3aSZnqZFyxL43DXO82rf1sEBo
Amigos há 30 anos, a paraense Jane Duboc, consagrada cantora e compositora, e o paulistano Carlos Navas, um dos expressivos artistas da nova música brasileira, dividem o palco pela primeira vez. Celebrando a oportunidade, estreiam o espetáculo “Canções de Caymmi”, todo dedicado à obra de Dorival Caymmi, cujo centenário de nascimento está sendo comemorado.
Acompanhados por Rogério Guimarães (violão e guitarra acústica), eles apresentam solos e encontros. Jane já registrou em disco clássicos do autor, como “Maracangalha”, “Doralice”, “Rosa Morena”, “Marina” e “Coqueiro de Itapuã”, as mesmas que inclui nesta apresentação, além de “Lagoa do Abaeté”, inédita em sua voz. “Você não sabe Amar”, “Retirantes”, “A Vizinha do Lado”, “Sábado em Copacabana” e “Canoeiro” serão interpretadas por Navas. “Só Louco”, “Requebre que eu dou um Doce” e “Peguei um Ita no Norte” são duetos garantidos.
Imprensa:
http://rioshow.oglobo.globo.com/musica/shows/jane-duboc-e-carlos-navas-11238.aspx
http://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/musica/show/jane-duboc-e-carlos-navas-11-09-2014-sesc-ramos-jane-duboc.html
Links de Video:
PEGUEI UM ITA NO NORTE
https://www.youtube.com/watch?v=6AeGpYnnFxI&feature=youtu.be
Sua carreira solo teve início em 96, em shows pelo circuito cultural paulistano. De lá para cá, Carlos Navas lançou dez CD´S e um DVD, dividiu o palco com artistas como Tetê & Alzira Espíndola, Alaíde Costa, Sandra de Sá, Lady Zu, Clarisse Abujamra e Jane Duboc, entre outros. Sua versatilidade pode ser conferida nestes trabalhos e nos diversos espetáculos que realiza pelo Brasil.
São duas décadas de estrada, tempo durante o qual vem sendo saudado como uma das mais expressivas revelações da nova música brasileira. Seu disco "Quando o Samba Acabou" – Dedicado a Mario Reis, lançado em 2007, onde presta um merecido tributo a este genial cantor através de clássicos do seu repertório, como "Jura", de Sinhô e "Se Você Jurar", de Francisco Alves, Ismael Silva e Nilton Bastos, mereceu elogios unânimes da crítica.
No final do mesmo ano, lança "Canções de Faz de Conta", onde relê a obra de Chico Buarque para crianças, com as participações especiais de Vânia Bastos e Bibi Ferreira.
Neste espetáculo, ele repassa o melhor de sua trajetória e inclui algumas releituras inéditas em seus discos, como por exemplo, a parceria de Roberto e Erasmo Carlos, "Você vai ser o meu Escândalo", lançada por Wanderléa em 1969. Autores contemporâneos já gravados em seus CD´s, como Marina Lima, Vitor Ramil, Milton Nascimento, Itamar Assumpção e Rita Lee também fazem parte do roteiro. Parte do show é dedicada ao Poetinha Vinicius de Moraes, trazendo a intensidade rítmica dos inesquecíveis afrosambas "Consolação", "Berimbau" e "Canto de Ossanha".
A homenagem ao Mestre Mario Reis e a alegria das canções infantis registradas nos álbuns "Algumas Canções da Arca..." e "Canções de Faz de Conta" não poderiam ficar de fora . Um repertório diversificado e de altíssimo nível que agrada todos.
Alguns autores célebres do nosso cancioneiro são aqui reverenciados pelo cantor Carlos Navas, um dos expoentes da nova música brasileira, cuja carreira soma mais de 20 anos e acumula 10 discos (adultos e infantis) e 1 DVD lançados e elogiados. Neste espetáculo elegante e interativo, sua voz passeia pelas obras de Wilson Moreira, Ney Lopes, Ismael Silva, Noel Rosa, Dorival Caymmi, Sinhô, Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Paulinho da Viola, Baden Powell, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, além de homenagens a Bezerra da Silva e Clara Nunes. Vale a pena lembrar que Navas lançou em 2007 o CD “Quando o Samba Acabou” – Dedicado a Mario Reis, considerado um dos melhores do ano pela crítica, e que trazia alguns clássicos eternizados pelo homenageado.
Duração: 60 Minutos. Indicação: Livre (adultos) e Terceira Idade.
Formação: Voz, violão nylon, violão 7 cordas e percussão
ROTEIRO
(Sujeito a alterações)
1.SENHORA LIBERDADE (Wilson Moreira/ Ney Lopes)
2. ALGUEM ME AVISOU/ SONHO MEU (Ivone Lara/Délcio Carvalho)
3. A VIZINHA DO LADO (Dorival Caymmi)
4. NA LINHA DO MAR (Paulinho da Viola)
5. LAMENTO (Pixinguinha/ Vinicius de Moraes)
6. A FELICIDADE (Tom Jobim/ Vinicius de Moraes)
7. QUANDO O SAMBA ACABOU (Noel Rosa)
8. JOUX JOUX BALAGANDANS (Lamartine Babo)
9. SE VOCÊ JURAR (Ismael Silva/Nilton Bastos/Francisco Alves)
10. DORINHA MEU AMOR (José Francisco de Freitas)
11.JURA (Sinhô)
12.GAVIÃO CALÇUDO (Pixinguinha)
13. SEQUESTRARAM MINHA SOGRA (Rodi/Sarabanda/Barbeirinho)
BIS: CONSOLAÇÃO/BERIMBAU/CANTO DE OSSANHA (Baden Powell/Vinicius de Moraes)
TRECHOS DE SHOWS NO YOUTUBE
JURA – Sr Brasil (2015)
https://www.youtube.com/watch?v=zDh0_h4sDW4&list=PLhxVWdt10R3K25zee9YDvn6tqG1Cc6LGn
AFROSAMBAS – Ao vivo em Cataguazes (MG)
http://www.youtube.com/watch?v=NwgpefDFW0Y
SEQUESTRARAM MINHA SOGRA – Ao vivo em São Paulo
http://www.youtube.com/watch?v=qf1vqecRRIw
SE VOCÊ JURAR – Ao vivo em Brasilia (2016)
https://www.youtube.com/watch?v=TGOjbuKqya0
A versatilidade de Carlos Navas vem sendo aferida pela crítica e por um público fiel e atento há mais de vinte anos. São shows bastante diversos, mostrados em palcos de várias partes do país. Seus três primeiros discos foram dedicados aos autores contemporâneos. Ele tem projetos especiais, como os cd´s dedicados a Mario Reis e Custódio Mesquita. Em 2013, chega ao marcado seu primeiro DVD, ENSAIO, registro de sua participação no importante programa televisivo, criado e dirigido por Fernando Faro. Em 2015, lança seu décimo álbum, o acústico “Crimes de Amor”.
Sua primeira experiência musical com o universo infantil foi o álbum “Algumas Canções da Arca...” (Movieplay/ 2004), fruto do espetáculo onde relê parte da obra que Vinicius de Moraes dedicou aos pequenos na série “Arca de Noé”, dos anos 80. Este show soma mais de 250 mil espectadores desde a sua estréia e levou o trabalho do artista a um público que não o conhecia: as crianças. O espetáculo ocupou os mais diversos espaços, como Praças, Clubes, Teatros, Unidades do Sesc, CEU’s, Shopping Centers e etc, e a reação da platéia foi incrivelmente positiva. Com este resultado e a receptividade da crítica especializada, surgiu a idéia de um novo disco com esta temática, que também vinha sendo pedido pelo público. Pesquisando algo com a mesma qualidade atemporal da “Arca”, Carlos teve a idéia de trabalhar com a obra de Chico Buarque. De imediato, vieram à sua mente músicas do espetáculo teatral “Os Saltimbancos” (1977), que ele assistiu na infância :”História de Uma Gata”, “O Jumento”, e do filme “Os Saltimbancos Trapalhões” (1981), “Rebichada e “Hollywood”. Mas “Canções de Faz de Conta” (Lua Music/2007), seu sétimo disco, vai além, incluindo músicas que, em novos arranjos e, principalmente, com a leitura do artista, têm enfatizado seu aspecto lúdico (marca maior do show e CD “Algumas Canções da Arca...”), como “Ciranda da Bailarina” (de “O Grande Circo Místico”) e “A Banda. No show CHICO E VINICIUS PARA CRIANÇAS, bastante alegre e interativo, Carlos Navas também relembra momentos de “Algumas Canções da Arca...”, como “A Casa”, “O Pato” e “A Pulga, “As Abelhas”, “O Relógio” e “O Pinguim”. Com ele, um duo de violão e percussão.
Vídeos
Especial Música Animada – TV Brasil 2017
https://www.youtube.com/watch?v=wC-VBe0qivo&t=1369s
História de uma Gata” no Teatro Sesc Anchieta (SP, 29/10/2011)
http://www.youtube.com/watch?v=oNd5jhIM_KY
"A Casa" no Teatro Sesc Anchieta (SP, 29/10/2011)
https://www.youtube.com/watch?v=ghVJA9JfN7I
A atriz e o cantor dedicam o espetáculo à obra de Vinícius, alternando poemas e canções.
Clarisse Abujamra e Carlos Navas dividem o palco desde 2000, quando estrearam “Por um Triz”. Um encontro de emoção e interpretação delicado, intenso e interativo. Com a química e a sintonia obtidas neste período, dedicam todo um espetáculo à obra de Vinícius de Moraes, numa delicada homenagem. Clarisse recita a palavra, conferindo-lhe densidade atemporal, a surpresa do gesto, a técnica que a consagrou. A voz de Carlos Navas é o veículo ideal para a manifestação da palavra cantada. Juntos em cena, transformam-se no instrumento da canção e do poema. O espetáculo transcende os limites de mero recital. A tônica é a palavra, essência da poesia e da canção de amor.
Um encontro poético-musical que tem como tema o amor e seus relacionamentos. Quem melhor que Vinícius de Moraes para abordar este assunto com brasilidade? O roteiro reúne apenas canções do “Poetinha”, aqui faladas ou cantadas. Na voz do cantor, algumas conhecidas, como “A Felicidade”, “Arrastão”, “Canto de Ossanha” e “Insensatez”, se reúnem a outras menos exploradas, como “Quando Tu Passas por Mim”, “Amigo Amado (parceria com Alaíde Costa) e “Derradeira Primavera” (com Jobim), sem esquecer de uma faceta bastante delicada do autor: a obra que dedicou às crianças, relida, em parte, no quarto CD de Navas, “Algumas Canções da Arca...”, seu primeiro Projeto infantil, do qual inclui neste Tributo a lúdica “A Casa”. Clarisse, por sua vez, dá sua interpretação às letras de “Estrada Branca”, “Soneto da Separação”, “O Que Tinha de Ser” e “Eu Sei que Vou te Amar”, entre outras pérolas.
A atriz e o cantor dedicam o espetáculo à obra de Vinícius, alternando poemas e canções.
Clarisse Abujamra e Carlos Navas dividem o palco desde 2000, quando estrearam “Por um Triz”. Um encontro de emoção e interpretação delicado, intenso e interativo, entre uma das nossas mais respeitadas atrizes e um dos mais expressivos intérpretes da nova música brasileira. Clarisse recita a palavra, conferindo-lhe densidade atemporal, a surpresa do gesto, a técnica que a consagrou. A voz de Carlos Navas é o veículo ideal para a manifestação da palavra cantada. Juntos em cena, transformam-se no instrumento da canção e do poema. O espetáculo transcende os limites de mero recital. A tônica é a palavra, essência da poesia e da canção de amor.
Um encontro poético-musical que tem como tema o amor e seus relacionamentos. Versos de Vinicius de Moraes, João Cabral de Mello Neto, Fernando Pessoa, Florbela Espanca, Garcia Lorca e Antonio Abujamra são entremeados a pérolas compostas por Edu Lobo, Chico Buarque, Fátima Guedes,Milton Nascimento, Fred Martins, José Miguel Wisnik , Marina Lina e Antonio Cícero, entre outros. Muitas são as curiosidades: Clarisse interpretando “Saudação a Walt Whitman”, de Pessoa, ou “Os Três Mal Amados”, de João Cabral. Numa outra vertente, a clássica “Beatriz”, de Edu e Chico, de cuja letra foi tirada o título do espetáculo, dialoga com “Óbvio”, de Fátima Guedes”, num ritmo que se revela intenso e apaixonado.Atriz, bailarina, coreógrafa, diretora, tradutora de textos e escritora com três livros lançados. Participou de diversas novelas e minisséries televisivas em emissoras como Globo, Record, Bandeirantes e SBT. Marcou época nos anos 80 ao apresentar, ao lado de seu então marido, Antonio Fagundes, o programa de auditório “É Proibido Colar”, líder de audiência na TV Cultura. Recentemente, recebeu o Troféu Kikito (Gramado) de melhor atriz coadjuvante pelo filme “A Coleção Invisível” (Bernard Attal). Esteve também nos filmes “Gaijin” (Tizuka Yamasaki), “Anjos do Arrabalde” (Carlos Reinchenbach), “Chega de Saudade” (Laís Bodansky), “Na Quebrada” (Fernando Andrade), “O Doce Veneno do Escorpião” e “Bruna Surfistinha” (Marcus Baldini), “As Amorosas” (Walter Hugo Khoury) “Getúlio” (João Jardim),“ A Memória que me Contam”(Lucia Murat), “Jogo das Decapitações” (Sergio Bianchi) e “Confia em Mim” (Michel Tikhomiroff), entre outros.
O intérprete paulistano tem dez discos solo elogiados. Em seu repertório, reúne autores contemporâneos expressivos como Alzira E, Itamar Assumpção, José Miguel Wisnik, Marina Lima e Vitor Ramil. Lançou álbuns temáticos dedicados a Mario Reis e Custódio Mesquita e também dois cd´s infantil: “Algumas Canções da Arca... “(2004) e ”Canções de Faz de Conta” (2007), onde interpreta, respectivamente, Vinicius de Moraes e Chico Buarque para crianças. Em 2013, chegou ao mercado o DVD ENSAIO, que registra sua passagem pelo programa homônimo, dirigido por Fernando Faro. O acústico “Crimes de Amor” (2015) é seu décimo álbum e vem merecendo elogios unânimes da crítica.
O cantor foi o convidado da terceira edição do Projeto “Contornos Literários (com curadoria de Ricardo Santhiago), que aconteceu em Junho de 2005, no Sesc Carmo, em São Paulo. A série apresentou grandes autores brasileiros através de leituras feitas por intérpretes expressivos. A partir daí, os convites para outros eventos sobre a obra de Clarice Lispector têm sido uma constante. Em Julho de 2007, foi o primeiro artista a participar da edição carioca do evento, promovido pelo Sesc Rio em três Unidades. Projetos lítero musicais não são uma novidade em sua carreira, que prima pela versatilidade. Desde 2000, ele divide o palco com a consagrada atriz Clarisse Abujamra, intercalando poemas e canções. Atualmente, a dupla se debruça sobre a obra do Poetinha Vinícius de Moraes. Em 2007, Carlos estreou “O Feiticeiro das Palavras”, Sarau dedicado ao escritor Guimarães Rosa, também neste formato e apresentado no Rio, São Paulo, Brasília e até mesmo Cordisburgo (MG), cidade natal do grande autor.
Para este novo projeto, o artista escolheu trechos de: “A Hora da Estrela”, “A Paixão Segundo GH”, “Água Viva” e “Perto do Coração Selvagem”, além dos contos “Por Não Estarem Distraídos”, que faz parte do livro “Para Não Esquecer”, e “O Artista Perfeito”. Navas também utiliza trechos da última entrevista da autora, concedida à TV Cultura em 1977. As canções aqui incluídas foram escolhidas por ele e trazem, em sua opinião, um link com o universo de Clarice. É o caso de “Música, Música” (Sueli Costa/ Abel Silva), “Todo o Sentimento” (Cristovão Bastos/Chico Buarque), “Eu te Amo” (Jobim/ Chico Buarque), “Lamento Sertanejo” (Dominguinhos/Gilberto Gil), “Beatriz” (Edu Lobo/Chico Buarque), “João e Maria” (Sivuca/Chico Buarque), e “Voo de Coração” (Ritchie/Bernardo Vilhena), gravada em seu CD recente, “Tecido”. Sempre de forma interativa e com requinte musical.
O cantor paulistano tem dez discos solo elogiados, como o infantil "Algumas Canções da Arca...", em que faz releituras das canções que Vinicius de Moraes dedicou às crianças. Em seu repertório, reúne ainda autores contemporâneos expressivos como Alzira Espíndola, Itamar Assumpção, José Miguel Wisnik, Marina Lima e Vitor Ramil. Em seus quinze anos de carreira, vem dividindo o palco com estrelas do porte de Alaíde Costa, Sandra de Sá, Clarisse Abujamra e Tetê Espíndola. Em 2010, lançou o CD "Tecido" e acaba de chegar ao mercado o novo álbum: ”Junte tudo que é Seu...” - Canções de Custódio Mesquita em Voz e Piano.
Guimarães Rosa (1908-67) é, por consenso, o maior escritor brasileiro de ficção da segunda metade do século 20. Seu romance "Grande Sertão - Veredas" transporta nossa língua para um plano de invenção nunca antes alcançado e, juntamente com"Sagarana"e "Corpo de Baile", é uma das obras que definem o povo brasileiro e ensinam a pensar o país por outro viés.
Carlos Navas é um dos mais expressivos cantores da nova música brasileira. Com 20 anos de carreira, 10 cd´s e 1 dvd lançados e elogiados, tem um caminho versátil dentro da arte, atuando em vários projetos distintos. Um dos de maior sucesso é “Algumas Canções da Arca...”, espetáculo que o aproximou das crianças e deu origem ao álbum homônimo (2004), no qual relê a obra que o Poetinha Vinicius de Moraes dedicou a elas na série “Arca de Noé”, já visto por mais de 250 mil pessoas em platéias de norte a sul do Brasil. Em “Canções de Faz de Conta”, canta a obra de Chico Buarque para os pequenos. Tem álbuns temáticos dedicados a Mario Reis e Custódio Mesquita. Recentemente, participou do importante programa televisivo “Ensaio”, criado e dirigido por Fernando Faro, na TV Cultura, que foi lançado em DVD. Acaba de lançar “Crimes de Amor”, seu décimo álbum.
"Neste Sarau lítero musical, uma conversa com o público, Carlos também é um leitor interessado e fascinado pela obra de João Guimarães Rosa, repartindo com os ouvintes as surpresas e a magia do autor. É a palavra escrita sendo lida por alguém que tem na voz o seu instrumento de comunicação e encantamento. A leitura de trechos da obra do autor será entremeada por belíssimas canções brasileiras, como “Tristeza do Jeca” (Angelino Moreira), “Uricuri” (João do Valle/José Cândido), “Morro Velho” (Milton Nascimento), “A Terceira Margem do Rio”, parceria de Milton Nascimento e Caetano Veloso, inspirada no conto de mesmo nome e tema do filme de Nelson Pereira dos Santos (94), e “Noites do Sertão” (Milton e Tavinho Moura), também título do longa de Carlos Alberto Prates Corrêa (84), adaptação de contos do livro Buriti. A belíssima “Sagarana”, de João de Aquino letrada por Paulo César Pinheiro, e gravada magistralmente por Clara Nunes, também está no roteiro, já que foi uma homenagem dos compositores ao livro homônimo. Simplicidade é a tônica deste projeto, lição maior que Carlos aprendeu como cúmplice atento de Guimarães Rosa. O espetáculo já circulou pelo interior fluminense no Festival de Inverno do SESC Rio 2007, passou por Brasília, Rio e São Paulo (capital e interior) e foi a principal atração da XX Semana Roseana, em julho de 2008, em Cordisburgo (MG), Cidade Natal do autor, quando reuniu 2 mil espectadores em praça pública.
Simplicidade é a tônica deste projeto, lição maior que Carlos aprendeu como cúmplice atento de Guimarães Rosa.
"Não gosto de falar em infância. É um tempo de coisas boas, mas sempre com pessoas grandes incomodando a gente, intervindo, estragando os prazeres. Recordando o tempo de criança, vejo por lá excesso de adultos, todos eles, os mais queridos, ao modo de policiais do invasor, em terra ocupada. Fui rancoroso e revolucionário permanente, então. Gostava de estudar sozinho e de brincar de geografia. Mas, tempo bom, de verdade, só começou com a conquista de algum isolamento, com a segurança de poder fechar-me num quarto e trancar a porta. Deitar no chão e imaginar estórias, poemas, romances, botando todo mundo conhecido como personagem, misturando as melhores coisas vistas e ouvidas." (Guimarães Rosa)
Quando a gente dorme, vira de tudo: vira pedras, vira flor. O que sinto, e esforço em dizer ao senhor, repondo minhas lembranças, não consigo; por tanto é que refiro tudo nestas fantasias. Dormi nos ventos. Quando acordei, não cri: tudo o que é bonito é absurdo - Deus estável. Ouro e prata que Diadorim aparecia ali, a uns dois passos de mim, me vigiava. Sério, quieto, feito ele mesmo, só igual a ele mesmo nesta vida. Grande Sertão: Veredas.
"O homem nasceu para aprender, aprender tanto quanto a vida lhe permita."
Carlos Navas:
Voz, Concepção e Roteiro
Ronaldo Rayol:
Violão
Sempre estruturando sua carreira e projetos de forma conceitual, Carlos Navas chega ao 11º álbum – All of You - Canções de Cole Porter em Voz e Piano (Independente/Tratore) –, lançado nos formatos físico e digital. São nove pérolas do célebre compositor norte-americano gravadas ao vivo em estúdio, com acompanhamento de Jonas Dantas ao piano.
MÚSICAS"O CHAMADO" (Marina Lima/Giovanni Bizzotto) (2016) Single (apenas para as plataformas digitais).
MÚSICASDécimo álbum do intérprete apresenta repertório contemporâneo com arranjos acústicos em violões e contrabaixos e tem participações especiais de Filó Machado, Jane Duboc e Lady Zu.
MÚSICASRegistro da participação no Programa da TV Cultura, criado e dirigo por Fernando Faro.
MÚSICAS
2022 :: 2022 - Independe/Tratore
Sempre estruturando sua carreira e projetos de forma conceitual, Carlos Navas chega ao 11º álbum – All of You - Canções de Cole Porter em Voz e Piano (Independente/Tratore) –, lançado nos formatos físico e digital. São nove pérolas do célebre compositor norte-americano gravadas ao vivo em estúdio, com acompanhamento de Jonas Dantas ao piano.
2016 :: Independente
"O CHAMADO" (Marina Lima/Giovanni Bizzotto) (2016) Single (apenas para as plataformas digitais).
2015 :: Independente / Tratore
Décimo álbum do intérprete apresenta repertório contemporâneo com arranjos acústicos em violões e contrabaixos e tem participações especiais de Filó Machado, Jane Duboc e Lady Zu.
2013 :: Independente / Tratore
Registro da participação no Programa da TV Cultura, criado e dirigo por Fernando Faro.
2011 :: Independente / Tratore
Canções de Custódio Mesquita em voz e piano.
2010 :: Lua Music
Carlos Navas - Tecido.
2007 :: Lua Music
As canções que Chico Buarque criou para as crianças.
2007 :: Lua Music
Quando o Samba Acabou - Dedicado a Mario Reis.
2006 :: Independente
A lira em tom maior. Poesias de Sueli Batista.
2004 :: Movieplay
Músicas que Vinícius de Moraes dedicou às crianças.
2003 :: Movieplay
Tanto Silêncio Acústico.
2000 :: Dabliú
Carlos Navas - Sua Pessoa.
1997 :: Dabliú
Carlos Navas - Pouco Pra Mim.
2016
CD Sérgio S/A (Independente/Tratore 2016).
2016
Serena Assumpção (Selo Sesc/2016).
2016
Um olhar sobre a poesia de Cecília Bastos.
2014 :: Independente/Tratore
Marcos Ozzellin - Intersecção.
2013 :: Independente/Tratore
João Carlos Assis Brasil - Nazareth Revisitado.
2011 :: Independente/Tratore
Rubens Lisboa - Por Tantas Vozes.
2007 :: Lua Music
Dolores Duran - A Música de Dolores Duran.
2007 :: Biscoito Fino
Maysa - Esta Chama que Não Vai Passar.






















_.jpg)















































































